Comprei o passe de 24
horas dos transportes públicos de Amesterdão, 8€, e passei uma
parte do dia a entrar e a sair de elétricos, viajando ao calhas
pela cidade, até onde o elétrico me levasse, fotografando paragens
e pessoas.
Finalmente fui ao
Albert Cuypmarkt. Antes de chegar a Amesterdão julguei que passaria
muito tempo neste mercado por ser próximo do hotel. Só hoje o
conheci, na véspera de ir embora. Está aberto todos os dias,
excepto ao Domingo, entre as 10 da manhã e as 5 da tarde. Teria sido
uma boa alternativa para petiscar nas barraquinhas comida mais
tradicional.
Visitei o Rijksmuseum,
o mais famoso museu da Holanda. Concentra obras de arte dos
principais mestres holandeses e peças oriundas de várias partes do
mundo. Muitas foram sendo oferecidas à familia real e a mercadores
holandeses. Sou um bocado céptico em relação aos grandes museus,
carradas de obras de arte de diferentes períodos e regiões do
planeta dispersas por salões e corredores infindáveis, quase não
dão tempo para observar com calma as obras de arte em apenas um dia.
O museu apesar de tudo não é excessivo e um dia é suficiente para
ver com alguma calma todas as secções.
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Albert Cuypmarket, banca da queijos |
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Albert Cuypmarket. Uma das especialidades holandesas é o Haring, arenque cru com pickles e cebola crua. Pode ser comido em barraquinhas como esta. O melhor mês para provar é Junho.
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Estas bicicletas estavam a 190 € e os cadeados mais caros a 30€. São muito comuns estas bicicletas clássicas, sem mudanças. |
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Restaurante Português de Amesterdão. Zeedijk, 39. |
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Rijksmuseum |
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Rijksmuseum. A Ronda da Noite, de Rembrandt. Um dos mais famosos quadros holandeses. |
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Riksmuseum. A leiteira, de Vermeer |
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Mais Vermeer |
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A rainha Beatriz da Holanda, por Andy Warhol |
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Algures em Amesterdão |
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