quarta-feira, 30 de junho de 2010

Marina do Freixo














Hoje fui para o lado Oriental da Cidade. Não conhecia o Museu Nacional da Imprensa, o único do país, e diverti-me na exposição do World Cartoon Festival. Há centenas de cartoons de muitos artistas internacionais, para fazer sorrir e dar que pensar. Está em exposição uma mostra de noticias de jornal sobre a República, quase todas anteriores à implantação  e a permanente sobre a História da Imprensa. Sabiam que os Chineses inventaram os caracteres móveis metálicos antes de Gutenberg e que os Coreanos têm um alfabeto fonético tal como o nosso, inventado há 700 anos?

No regresso ao centro do Porto passei na marina do Freixo e apanhei estes miúdos que se puseram a dar mergulhos para a fotografia.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Instantâneos

Por um fotógrafo e uma máquina foleirota. Sem a ambição de ter imagens de grande qualidade, apenas com a possível, para recordar os momentos de uma cidade e de um dia.



Porto
Jacarandás,
 Campo 24 de Agosto
Largo Alberto Pimentel
Rua dos Mercadores

Rua da Pena Ventosa

sábado, 12 de junho de 2010

PR1 Vale de Cambra ( Nas Varandas da Felgueira), ou o que resta dele.


Nunca façam como eu antes de uma caminhada. Falem com alguém que a tenha feito recentemente, telefonem ao Posto de Turismo a pedir informações, entrem numa tasca antes do início do percurso e metam conversa com o Ti Manel e a Ti Maria, façam-lhes perguntas do lugar, digam-lhes ao que vão. Assim alguém saberá onde estão, nunca ficarão totalmente sós e saberão o que vos espera.

Este PR1 de Vale de Cambra já não é o que era. No início fiquei bem impressionado com os sinais pintados de fresco, a dar a entender que seria assim no percurso todo, até encontrar uma fita num desvio a vedar um dos caminhos. O meu impulso foi continuar pelo outro lado, andei bastante sem ver os sinais até que cheguei à conclusão que devia voltar para trás. Enganei-me algures.

Chego ao local da fita e reparo que o caminho é mesmo por ali. Fico indeciso, não tenho boas recordações de me meter por caminhos vedados. Na primeira e única vez que o fiz, fui parar ao meio de touros bravos, nos Açores. Não quero voltar a passar por um susto idêntico. Esta vedação é uma fita de plástico, não pode estar ali a isolar gado. Arrisco e continuo, não gosto de voltar para trás.

O caminho é uma antiga estrada rural ladeada por um muro, com mato e arbustos altos, o que denota que há muito tempo não passam pessoas por ali, nem se faz uma limpeza. Apesar disso é um trecho bonito e não encontro nenhum motivo para o seu isolamento (poços, minas, peddy-paper?).

Fiz este percurso há dois anos atrás e havia uma placa que indicava um desvio para o Alto da Carrasqueira, agora não vejo essa indicação. Como já não me lembro exactamente onde ficava o desvio, sigo em frente até à aldeia de Felgueira, onde iniciei o percurso. Feitas as contas é um percurso muito curto, cerca de 5 km, com uma sinalização e um trajecto incerto a suscitar dúvidas quanto à sua manutenção por parte de Câmara de Vale de Cambra.

A vantagem é ser curto, poder voltar atrás e não se perder muito tempo. Se fosse mais longo teria sido mais complicado. Por isso, não façam como eu.